+12
anos em atividade
+200
famílias atendidas
4,8
média de satisfação (de 5)
100%
visita antes de qualquer acordo
O que as famílias contam
Palavras de filhos, filhas e dos próprios moradores — em diferentes momentos e diferentes modalidades.
Rio de Janeiro — filha de moradora
"Minha mãe mora lá há quase um ano. O que me surpreendeu foi que ela não perdeu nada do que tinha antes — continua vendo o mesmo médico, continua saindo com as amigas, continua indo ao banco. A casa acrescentou companhia sem tirar nada. É difícil de explicar, mas faz sentido quando você vê."
Junho de 2025
Petrópolis — filho de frequentador do Programa de Dia
"Meu pai ia dois dias por semana e voltava diferente — mais animado, com coisas para contar. Os recados do final do dia eram simples mas faziam diferença, porque eu sabia como tinha sido sem precisar perguntar. Às vezes ele mencionava alguma coisa do almoço, ou quem tinha sentado do lado. Era o suficiente."
Julho de 2025
Petrópolis — morador residente
"Vim morar aqui depois que minha mulher faleceu. Não precisava de nenhuma ajuda, só não queria mais ficar no apartamento sem ter com quem conversar na hora do almoço. A casa tem um ritmo bom. Posso sair quando quero, voltar quando quero. Ninguém fica perguntando onde fui."
Maio de 2025
Niterói — filha que usou a Estada Temporária
"Precisei viajar a trabalho por duas semanas e minha mãe ficou no Recanto. Ela já tinha ido visitar antes de eu sair, então chegou sabendo onde ficava o banheiro e quem estava no quarto do lado. Quando voltei, ela estava mais descansada do que eu. Não esperava isso."
Julho de 2025
Petrópolis — moradora residente
"O que mais gosto é que ninguém me trata como se eu precisasse de ajuda para tudo. Tenho 78 anos e sou perfeitamente capaz de decidir o que quero fazer com o meu dia. O jardim é bonito, a comida é boa, e quando quero ficar quieta, fico. Quando quero conversa, tem conversa."
Junho de 2025
São Paulo — filho de frequentador
"Moro em São Paulo e ficava preocupado com meu pai em Petrópolis. O Programa de Dia resolveu isso de um jeito que não esperava: ele passou a ter uma rotina fora de casa, e eu passei a ter o recado do dia. Parecia pequena coisa, mas muda muito saber como o pai passou o dia quando você está longe."
Julho de 2025
Histórias com um pouco mais de detalhe
Três situações diferentes, três caminhos distintos. Nomes modificados por privacidade.
O ponto de partida
Dona Iracema, 81 anos — viúva, morava sozinha
Após o falecimento do marido, os filhos perceberam que ela passava os dias sem falar com ninguém. Estava bem de saúde, mas cada vez mais retraída.
O que aconteceu
Começou com dois dias de programa por semana. Nos primeiros meses, era tímida. Com o tempo passou a ajudar na horta e a sentar sempre com o mesmo grupo no almoço.
Depois de um ano
Frequenta quatro dias por semana por escolha própria. A família relata que voltou a ter histórias para contar quando ligam à noite.
"Ela voltou a perguntar o que a gente comeu no jantar. Antes não perguntava mais nada." — filho
O ponto de partida
Seu Augusto, 75 anos — reforma do apartamento
O apartamento precisava de adaptações estruturais que durariam três semanas. Independente, sem necessidade de qualquer assistência médica, mas sem lugar para ficar.
O que aconteceu
Fez a Estada Temporária de 21 noites. Visitou o quarto antes, trouxe sua própria poltrona e seus livros. Manteve suas consultas e saídas habituais durante toda a estada.
O resultado
Voltou para o apartamento reformado. Três meses depois pediu informações sobre a Residência Permanente — a experiência tinha mudado a perspectiva sobre morar só.
"Não sabia que sentia falta de mesa com outras pessoas até ter isso de volta." — Augusto
O ponto de partida
Família Costa — decisão difícil de tomar
A mãe, 83 anos, morava em apartamento grande demais. Os filhos estavam divididos entre deixá-la onde estava e buscar uma alternativa — sem querer impor nada.
Como foi o processo
Vieram visitar três vezes antes de qualquer decisão. Fizeram os dois fins de semana de experiência. Só depois disso a família teve a conversa prevista no processo, e a própria mãe pediu para ficar.
Dezoito meses depois
A mãe mora na Residência Permanente e mantém seus médicos, suas amigas e sua conta no banco. A família visita sem aviso prévio, o que ela considera normal e esperado.
"O que me aliviou foi que ninguém apressou a decisão. Ela mesma quis." — filha
Quer conversar antes de visitar?
Rua Ipiranga 348, Valparaíso
Petrópolis – RJ, 25680-140
Segunda a sexta: 8h às 18h
Sábado: 9h às 13h
Sabemos que há perguntas difíceis de formular — sobre custo, sobre o que acontece se a saúde piorar, sobre como é a rotina de alguém que ainda resiste à ideia de sair de casa. Essas perguntas são bem-vindas.
Escrever para nósCredenciais e vínculos
Reconhecidos como referência em acolhimento não médico para adultos mais velhos no município.
Colaboração com programas universitários de bem-estar e socialização para adultos mais velhos.
Profissionais com formação específica em bem-estar de adultos mais velhos orientam as atividades e o acompanhamento cotidiano.
Cada modalidade tem documentação clara sobre o que está incluído, como funciona o encerramento e quais são os direitos do morador.
A visita não compromete a nada
Muitas famílias chegam sem certeza. Está tudo bem assim. A conversa pode começar por telefone, por mensagem, ou pessoalmente no jardim.
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